DSW: Na sombra do sentimento e Perda da Culpa

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domingo, 3 de fevereiro de 2008

Na sombra do sentimento e Perda da Culpa

Realmente, continuo vazio... não existe, carinho ou outro sentimento bom para dentro de mim... estranho para um poeta que não sofre a poesia nunca tocara os outros.

Hoje tive um sonho estranho, me dirigi a uma igreja e havia muitos amigos e colegas, alguns dos quais eu não vejo e não tenho contato há muito tempo, entrei na igreja e vi uma ruivinha (ruiva mesma, com sardinha e tudo, não ruiva coleston) sentada em um banco na entrada vestida de noiva, ela parecia muito aprenciva e inquieta, fui falar com ela e quando ela me viu seus olhos verdes brilharam; peguei ela nos meus braços e dei aquele beijo, julgava eu que ela havia sido abandonada na igreja pelo noivo... dai as coisas piraram, começou a marcha nupicial e quando eu vi, que estava vestido casualmente/alternativo; estava de terno com uma borboleta ridicula como gravata! Dae comecei a gritar: "perae! beijo não é motivo pra casar!"; "eu não quero casar!", minha mãe apareceu do nada e disse: "deixa de fiasco rodrigo! te dou qualquer coisa como presente de casamento" dae eu disse "Tá bom! eu quero o Box do Chaves e chapolin completo de todas as temporadas" Mesmo em uma situação absurda, consigo fazer piada das coisas (pensei)...

Passamos pelos bancos e a igreja estava lotada! lembro-me de ter pensado: "putz, não tenho tantos amigos assim, tomara que não tenha que servi bufe para essa corja toda!"...

Quando cheguei na sacritia meu coração tremeu e pude sentir meu corpo inteiro gelar, vi a Renata sorrindo, ela parecia mais velha, mas aquela imagem nunca vou esquecer, cabelos negros lisos, olhos azuis como o cêu, vestida com um vestido azul claro, não havia mais dor, não havia mais culpa, não havia mais sangue... ela olhou novamente para mim e disse: "nunca te abandonei rodrigo... nunca vou deixar você ser infeliz".... quando ela falou aquilo meu corpo começou a tremer, olhei para minha "noiva" ela sorriu e acordei...

Interpretei o que ela havia dito... e me senti livre da culpa da morte dela... depois de tantos anos, consegui largar o saco de tijolos que pesava a cada dia que passava.

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