Sem muita vontade comecei a ler o último arco mutante, sua última saga, Cisma, mas antes li suas últimas histórias, aonde Scott Summers é o líder dos X-men, não em campo, líder em geral, em uma ilha que se chama Utopia, fora de Nova Iorque (mais respectivamente em alguma parte na costa de São Francisco), o personagem ganhou força, caráter e acima de tudo ao meu ponto de vista muito carisma, conseguiu fazer que o Professor X e Magneto convivessem juntos, melhor então, que trabalhassem juntos, assim como a equipe mutante, que começou a ser vista com outros olhos pela população americana, ao invés de ser apontada como uma quadrilha fora da lei ou mutantes fedorentos, pela primeira vez eles eram reconhecidos como heróis!
Isso me excitou muito e me fez ler as últimas edições americanas em questões de horas, nossa finalmente os X-men estavam virando heróis e tinham até uma equipe de marketing, aonde em uma história aparece o que seria uma boa idéia de algo como um X-Sinal (igual ao Bat-Sinal, só que em vez do sinal do Batman, seria um X gigante no céu), engraçado, criativo e acima de tudo, inovador!
Será que agora meus queridos mutantes teriam a gloria há muito negada? Com essas histórias e com esses argumentos tudo me fez crer que sim, mas daí fui adiante como todo fã e comecei a ler o prelúdio da saga Cisma.
Que nome estranho para uma saga, pensei, mas mesmo assim continuei, e vi o desespero tomar conta da equipe, tendo uma ameaça iminente, de algo perturbador, fora do controle de Ciclope, a fúria de Wolverine ou o poder de Magneto pudesse impedir, algo que iria destruir de uma vez por todas a equipe mutante, algo devia ser decidido, fugir e se esconder ou ficar e lutar; pensei legal!
Mas com o andar da carruagem me veio a mente a pergunta, tanto desespero, a ponto de ser comparado com o final do mundo, isso para que, ou para quem? Algo que não foi respondido no prelúdio da saga, aonde o mesmo aponta com flashbacks maçantes, repetidos, para apontar uma ameaça aterrorizante para toda raça mutante...
Tudo bem... pensei, esses malditos flashbacks servem para trazerem novos leitores para a
história, explicando o passado dos principais personagens, mas então que sai a primeira edição
da saga Cisma, e infelizmente, me decepcionou, pois em questão de uma edição desmoronou todo o novo conceito que os X-men ganharam e os jogaram novamente a criminalidade, a
mesma ladainha de anos a fio, algo que é repetido e repetido à muitos anos, é uma formula de sucesso e existem jargões que são utilizados até hoje: “Proteger uma raça que te odeia.” Ou
Convivência pacifica de humanos e mutantes é difícil mas não impossível”.
Em time que está ganhando não se mexe, dizem, mas, as vezes uma modificação pode fazer a diferença, e projetar sua equipe a outros patamares, pena que os argumentistas dos X-men preferem fazer uma saga para trazer os X-men para a velha, repetida e chata mesmice de
sempre ao invés de explorar algo novo, talvez esteja sendo muito precipitado, mas... Tenho dito.
Isso me excitou muito e me fez ler as últimas edições americanas em questões de horas, nossa finalmente os X-men estavam virando heróis e tinham até uma equipe de marketing, aonde em uma história aparece o que seria uma boa idéia de algo como um X-Sinal (igual ao Bat-Sinal, só que em vez do sinal do Batman, seria um X gigante no céu), engraçado, criativo e acima de tudo, inovador!
Será que agora meus queridos mutantes teriam a gloria há muito negada? Com essas histórias e com esses argumentos tudo me fez crer que sim, mas daí fui adiante como todo fã e comecei a ler o prelúdio da saga Cisma.
Que nome estranho para uma saga, pensei, mas mesmo assim continuei, e vi o desespero tomar conta da equipe, tendo uma ameaça iminente, de algo perturbador, fora do controle de Ciclope, a fúria de Wolverine ou o poder de Magneto pudesse impedir, algo que iria destruir de uma vez por todas a equipe mutante, algo devia ser decidido, fugir e se esconder ou ficar e lutar; pensei legal!
Mas com o andar da carruagem me veio a mente a pergunta, tanto desespero, a ponto de ser comparado com o final do mundo, isso para que, ou para quem? Algo que não foi respondido no prelúdio da saga, aonde o mesmo aponta com flashbacks maçantes, repetidos, para apontar uma ameaça aterrorizante para toda raça mutante...
Tudo bem... pensei, esses malditos flashbacks servem para trazerem novos leitores para a
história, explicando o passado dos principais personagens, mas então que sai a primeira edição
da saga Cisma, e infelizmente, me decepcionou, pois em questão de uma edição desmoronou todo o novo conceito que os X-men ganharam e os jogaram novamente a criminalidade, a
mesma ladainha de anos a fio, algo que é repetido e repetido à muitos anos, é uma formula de sucesso e existem jargões que são utilizados até hoje: “Proteger uma raça que te odeia.” Ou
Convivência pacifica de humanos e mutantes é difícil mas não impossível”.
Em time que está ganhando não se mexe, dizem, mas, as vezes uma modificação pode fazer a diferença, e projetar sua equipe a outros patamares, pena que os argumentistas dos X-men preferem fazer uma saga para trazer os X-men para a velha, repetida e chata mesmice de
sempre ao invés de explorar algo novo, talvez esteja sendo muito precipitado, mas... Tenho dito.




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